Mostrando postagens com marcador Baguete. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Baguete. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Informações sobre Tecnologia da Informação

Apesar da urgência exigida pela divulgação da informação - a tão falada instanteneidade -, as pautas e fontes devem ser apuradas. Afinal de que adianta ter uma notícia em primeira mão que não é verdadeira ou que contêm informações incorretas? O que vale é a qualidade e credibilidade da informação divulgada.

Este foi um dos pontos abordados por Márcia Lima, repórter-editora de internet e mídia social do site Baguete, em bate-papo com os alunos da disciplina de Jornalismo Online I, neste dia 23. Estagiária durante dois anos no veículo, Márcia será efetivada no final deste ano e já entrará como sócia da empresa.



Voltado para o público corporativo e com notícias focadas na TI da Região Sul, o Baguete compartilha seu conteúdo em site próprio, twitter, newsletter, RSS, podcast, mobile, Jornal do Comércio e rádio online.
Márcia também aborda as questões que dificultam o trabalho com as assessorias de TI, como os jornalistas que não descobriram o potencial das novas mídias da web no mercado da informação.

Márcia Lima faz palestra na Unisinos

A formanda do curso de Jornalismo da Unisinos e repórter do site Baguete, Márcia Lima, palestrou para os alunos da disciplina de Jornalismo On-line da universidade, a convite do professor, Demétrio Soster, no dia de hoje.
Márcia, 24 anos, repórter da área de tecnologia do Baguete há dois anos, falou sobre a atual realidade do jornalismo on-line, suas facilidades e dificuldades, redes sociais, o mercado de trabalho e o que é preciso para atuar na área.
Um ponto que chamou a atenção na palestra foi quando Márcia falou sobre matéria da revista Times, que elegeu os usuários de computador como personalidade do ano.
Esta questão fez recordar a teoria do doutor e professor da Unisinos, José Luis Braga, para quem o conceito de comunicação deve ser revisto. Em sua concepção, Braga defende que o receptor dos produtos da mídia não é mais alguém passivo.
Devemos lembrar que todas as pessoas, atualmente, carregam consigo uma filmadora e uma câmera digitais: o telefone celular. Hoje o receptor é também um produtor, capaz de interagir com a mídia. O exemplo mais recente disto, é o caso da Uniban, universidade onde a aluna Geisa Arruda foi perseguida e ameaçada por colegas por vestir uma mini-saia.

Este exemplo não é único e também não será o último. Cada vez mais os usuários receptores passam a alimentar as mídias e sair do estado passivo que até hoje se encontrava. Ainda é um pouco tímido mas é uma evolução.

Jornalismo e redes sociais



Na palestra da jornalista Marcia Lima, que ocorreu na última aula, ficou marcado a importância que as redes sociais tem para o mercado da informação. Fica claro que essas redes extrapolaram suas funções originais: surgem como forma de expressão pessoal, mas logo são incorporados por empresas, se tornando uma ferramenta poderosa de comunicação.
Ainda falando sobre as redes sociais, Marcia exemplificou que, apesar da rapidez e facilidade com que surgem notícias através da rede, o trabalho do jornalista de apurar a informação é crucial para não cometer equívocos. Independente das facilidades da internet, o oficio de jornalista ainda mantém certas regras rígidas, essenciais para se fazer jornalismo de qualidade.

Palestra com Márcia Lima

Aconteceu nessa segunda-feria, 23, na sala 3C204E da universidade Unisinos uma palestra com Marcia Lima, 24, jornalista do Baguete Diário. Um portal sobre tecnologia e informação, ou como ela mesmo diz, um site para NERD's.


A palestrante deu um enfoque sobre jornalismo digital dizendo como surgiu e como é trabalhar no meio. Além de expor a sua raiva contra assessores que não "linkam" seus realese com informações concretas e importantes. Dizendo que muitos não eram jornalistas "novos", e por isso, não tinham essa esperiencia.

Marcia também assutou muitos, quando disse que diariamente ela e a sua equipe produzirão cerca de 50 notícias por dia. E se engana quem pensa que a correria de ser um dos primeiros a públicar é grande. Ela comenta que mesmo sendo grande a tentação de ser o primeiro site sobre o assunto lincado ao google news, eles vão com mais calma no assunto. Além de também confessor que apenas 10% dos releases são publicados.

Ela que apresenta sua banca no dia 14 de dezembro, também comentou como foi se interessando no assunto. Contando que nas primeiras aulas de jornalismo online, achava que essa história de blog não era nada interessante.

A empresa hoje em dia trabalha muito ligada ao twitter, onde particularmente Marcia é a que mais tem acesso. E que por ele muitas vezes já conseguiu até mesmo marca entrevistas com algumas fontes que nem o telefone atendiam. Com certeza, após o fim da palestra podemos ver que o Jornalismo Online realmente veio para ficar.

Redes sociais facilitam jornalismo online

Márcia Lima é nerd. Isso, de modo algum, é algo pejorativo. Ela mesmo se define como nerd e que isso ajuda na sua área de atuação. Aos 24 anos de idade, escreve há dois no site Baguete. Antes, trabalhava no Qual é a boa. Cultura, música... e sempre as mesmas perguntas.

Márcia queria desafio. Encontrou isso no jornalismo online, um novo nicho de mercado. Uma nova linguagem, várias possibilidades. "Quem se especializa na área não fica sem emprego", diz em palestra aos alunos da turma de Jornalismo Online I, do curso de Jornalismo da Unisinos.

Para alguem que diz ter "fobia social" e elevado grau de timidez, Márcia fala com várias pessoas. Nem sempre de forma convencional, mas fala. A repórter faz uso das redes sociais para contatar as fontes. E-mail, orkut, twitter, facebook... O que antes ficava restrito à fontes oficiais e documentos agora se potencializa com as novas tecnologias. Esse novo tipo de fonte melhorou e fortaleceu o jornalismo online na visão da palestrante.

Com o jornalismo 2.0 os leitores não são receptores passivos da notícia. Márcia se vale desse pensamento do escritor e especialista em Tecnologia da Informação, Mark Briggs, para salientar a importância da interação com o público que se quer atingir. "O repórter tem que transitar pelas redes sociais, receber informação através delas", sentencia Márcia, entre um gole e outro de água mineral.

Um movimento que faz mais por nervosismo do que por sede. Se em pé, na frente de uma turma de alinos, ela parece desconfortável, na rede Márcia está em casa. E trabalhar em casa é uma maravilha.

Quer entrar em contato com Márcia Lima? Que tal seguí-la no twitter? Basta clicar aqui.

Foto: Arquivo pessoal/orkut - por Lucas Mello